Enquanto a chefe para assuntos climáticos das Nações Unidas, Christiana Figueres, chamou a atenção para que todos os países transformem o discurso político em ações mais concretas para salvar o planeta, observadores e países em desenvolvimento insistiram em que os países ricos deveriam se comprometer a atingir metas mais rigorosas para a redução de gases.
Figueres mencionou uma nova pesquisa que prevê que a temperatura da Terra deve subir cinco graus Celsius dos níveis pré-industriais até as taxas atuais, em vez dos dois graus almejados.
Acordo histórico
Em dezembro passado, ao final da COP 17, países decidiram que devem deixar as taxas dos principais emissores abaixo de um teto determinado até 2020. Ainda nesta segunda-feira, foi iniciada a elaboração de emendas para o Protocolo de Kyoto sobre o aquecimento global que devem ser adotadas na próxima conferência climática em Doha em novembro ou dezembro.
Em dezembro passado, ao final da COP 17, países decidiram que devem deixar as taxas dos principais emissores abaixo de um teto determinado até 2020. Ainda nesta segunda-feira, foi iniciada a elaboração de emendas para o Protocolo de Kyoto sobre o aquecimento global que devem ser adotadas na próxima conferência climática em Doha em novembro ou dezembro.
Figueres considera que o processo político é "incrivelmente desafiador". "Precisamos acalmar nossa animação com realismo", disse ela em uma conferência transmitida online, acrescentando que uma solução deve ser "tecnicamente possível e economicamente viável".

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